Tenho 38 anos. Moro no mesmo apartamento desde que nasci. Certa vez, com uns 20 anos de idade, vi perfeitamente bem o corpo fluídico de um vulto em meu apartamento. Isso aconteceu uma única vez. Às vezes, em alguns momentos, sentia uns arrepios. Desde a infância frequento a casa de veraneio de meus pais, e essas situações nunca foram vivenciadas nessa casa. Gostaria, se possível, de uma análise do Racionalismo Cristão sobre esse acontecimento apenas em uma moradia.
Resposta: Prezada, você nos relata acontecimentos que nos induzem a afirmar que você possui uma sensibilidade mediúnica além da intuitiva, não importa se esporádica ou ligada a certos ambientes.
O que podemos e insistimos em afirmar é que, se tem interesse, estude o que seja a mediunidade, para apenas conviver serenamente com ela ou aplicá-la para fins beneméritos, como o fez Maria de Oliveira, narrando em seu livro Como cheguei à verdade. Além dessa obra, existem muitas outras que falam sobre mediunidade, às quais você poderá consultar e chegar às suas próprias conclusões, principalmente a obra essencial Racionalismo Cristão, em sua 46ª edição, em seu capítulo Mediunidade e médiuns e os fenômenos físicos e psíquicos, da qual extraímos o seguinte trecho:
“Nem todos os médiuns chegam a poder desenvolver sua faculdade sob a segurança da disciplina recomendada pelo Racionalismo Cristão. Nesse caso, não devem desenvolvê-la. Conservem-na como está, apenas conscientes da capacidade perceptiva que lhes é adicional. … Se nem todos os médiuns podem desenvolver sua mediunidade nos campos vibracionais organizados pelas Forças Superiores nas casas racionalistas cristãs que realizam essa atividade, eles dispõem, no entanto, dessa magnífica modalidade sensitiva para transmitir conselhos previdentes, evitando a prática de atos prejudiciais. Contudo, é fundamental que o médium leve uma vida saudável, sob inspiração dos ensinamentos racionalistas cristãos, para evitar que seja intuído por espíritos desprendidos de matéria física densa e se sinta desmoralizado com a aceitação das mistificações desses obsessores.”

