São felizes as pessoas que tratam o próximo com atenção e respeito; são felizes as que lutam por dias melhores, muitas vezes sem se revoltar com o pouco que têm. São felizes as que querem bem aos semelhantes, que entendem suas faltas e lhes estendem a mão para levantá-los diante de uma queda moral ou para socorrê-los quando estão com a saúde abalada.
São igualmente felizes as que têm bom senso, que levam a sério suas responsabilidades e que não falam mal de ninguém. Portanto, são felizes as pessoas que têm a consciência tranquila e a certeza dos deveres bem cumpridos. Logo, a felicidade existe, e qualquer pessoa pode conquistá-la; para tanto, basta saber viver dentro de princípios espiritualistas.
Entre outras finalidades, o Racionalismo Cristão foi implantado na Terra para ajudar a humanidade a se espiritualizar e a tornar-se mais feliz. Pelo pensamento bem irradiado, a pessoa eleva-se acima das misérias humanas e penetra nas zonas de luz espiritual, deixando de lado tudo o que é perverso. Torna-se bem-humorada, exibe semblante sereno e revela felicidade. Ao contrário, quando se envolve em malfeitos, torna-se mal-humorada, apresenta fisionomia carregada e demonstra infelicidade.
Ações indignas estão por toda parte, e, quanto menos a pessoa falar delas ou se imiscuir em carências espirituais, tanto melhor. Assim agindo, contribuirá para que a espiritualidade se espalhe e para que o mundo fique melhor.
Em vida física, gostávamos de saber que as pessoas se sentiam felizes, e isso nos trazia grande alegria. Sempre há belas coisas para ver e admirar, como também há muito a ser feito; é só querer. Uma dessas coisas é estar presente nas reuniões públicas das casas racionalistas cristãs e nas realizadas a distância por nossas mídias sociais, ocasiões em que assistentes e participantes usufruem momentos que também proporcionam muita felicidade.

